Caindo a noite, poemas surgiram.
Infinitos, fragmentados.
Todos refletindo a beleza das luzes baixas.
Projetando imagens virtualmente em cores.
No primeiro instante um ato do crepúsculo.
Um cometa saltitante nos extremos do céu e da terra.
Apagava antes mesmo do dia.
Reluzia após o último raio.
Em mais um segundo outro ato.
O amor fervia em algum canto do corpo.
No frio da noite o suor.
No calor o sossego e a brisa.
Por fim a história em apenas um ato.
No rosto a apresentação do drama.
Nas mãos o sangue da tragédia.
E no sorriso a leveza do amarelo forte.
Infinitos, fragmentados.
Todos refletindo a beleza das luzes baixas.
Projetando imagens virtualmente em cores.
No primeiro instante um ato do crepúsculo.
Um cometa saltitante nos extremos do céu e da terra.
Apagava antes mesmo do dia.
Reluzia após o último raio.
Em mais um segundo outro ato.
O amor fervia em algum canto do corpo.
No frio da noite o suor.
No calor o sossego e a brisa.
Por fim a história em apenas um ato.
No rosto a apresentação do drama.
Nas mãos o sangue da tragédia.
E no sorriso a leveza do amarelo forte.
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Guilherme Valle
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